"A lua brilhava vaidosa
De si orgulhosa e prosa com que Deus lhe deu
Ao ver a morena sambando
Foi se acabrunhando então adormeceu
O sol apareceu
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia...
A estrela que estava escondida
Sentiu-se atraída depois então
Apareceu
Mas ficou tão enternecida
Indagou a si mesma a estrela afinal será ela ou sou eu!"
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Ansiedade
Daqui uma hora sairá o resultado da unifesp. Estou muito nervosa. Um medo de não conseguir me consome. Sei, não adianta me torturar. Mas não tem outro jeito, não tem como controlar a ansiedade, se existir um método quero ser a primeira a saber! Pra mim a única forma é me distrair. No momento estou ouvindo a música da Clara Nunes para relaxar.
O mar serenou...
"O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia."
Agora é só esperar mais 50 minutos! O tempo que não passa!
O mar serenou...
"O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia."
Agora é só esperar mais 50 minutos! O tempo que não passa!
sábado, 17 de janeiro de 2009
Eu quero apenas...
Ontem foi um dia especial e contraditório. Apesar da felicidade que me inundava no instante da conquista da entrada na universidade, senti um vazio imenso. Não sabia como explicar, uma dor no peito incalculável. Por mais que não quisesse mostrar aquele sentimento...era impossivel guardá-lo novamente. Sinto que está faltando um pedaço do meu coração, queria manter as pessoas que amo perto de mim. Consequência desse vazio foi um choro infantil, por mais que quisesse segurar as lágrimas. Um choro alto. Minha alma chorava.
Acordei hoje com o rosto inchado, minha mãe tentava me distrair, mas não conseguia era evidente minha tristeza. Mas algo me surpreendeu e muito, meu pai chegou com o violão dele e uma letra de música, minha mãe olhou a letra, era uma letra do Roberto Carlos. A princípio achei "breguíssimo", não sou muito fã dele. Então meu pai entregou a letra nas minhas mãos, um papel amarelado e ele pediu pra eu cantar. Falei pra ele que não sabia cantar a música. Minha mãe começou a cantar e pediu que eu acompanhasse. Comecei a cantar e depois comecei a prestar atenção na música que dizia o seguinte:
Eu quero apenas olhar os campos,
Eu quero apenas cantar meu canto,
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinho,
Quero levar o meu canto amigo,
A qualquer amigo que precisar.
Eu quero apenas um vento forte,
Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Eu quero crer na paz do futuro,
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Eu quero amor decidindo a vida,
Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com sorriso aberto,
Se ele chorar quero estar por perto
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Venha comigo olhar os campos,
Cante comigo também meu canto
Meu pai e minha mãe cantaram olhando pra mim o trecho:
"...Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre,
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar..."
No momento quis dar um abraço forte nos dois, mas não foi necessário o meu sorriso evidenciava minha alegria. Um momento único e eterno.
Acordei hoje com o rosto inchado, minha mãe tentava me distrair, mas não conseguia era evidente minha tristeza. Mas algo me surpreendeu e muito, meu pai chegou com o violão dele e uma letra de música, minha mãe olhou a letra, era uma letra do Roberto Carlos. A princípio achei "breguíssimo", não sou muito fã dele. Então meu pai entregou a letra nas minhas mãos, um papel amarelado e ele pediu pra eu cantar. Falei pra ele que não sabia cantar a música. Minha mãe começou a cantar e pediu que eu acompanhasse. Comecei a cantar e depois comecei a prestar atenção na música que dizia o seguinte:
Eu quero apenas olhar os campos,
Eu quero apenas cantar meu canto,
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinho,
Quero levar o meu canto amigo,
A qualquer amigo que precisar.
Eu quero apenas um vento forte,
Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Eu quero crer na paz do futuro,
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Eu quero amor decidindo a vida,
Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com sorriso aberto,
Se ele chorar quero estar por perto
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Venha comigo olhar os campos,
Cante comigo também meu canto
Meu pai e minha mãe cantaram olhando pra mim o trecho:
"...Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre,
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar..."
No momento quis dar um abraço forte nos dois, mas não foi necessário o meu sorriso evidenciava minha alegria. Um momento único e eterno.
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