segunda-feira, 23 de julho de 2012
Pensamentos avulsos de 18 de julho
Escrevo em pequenos comprovantes de contas a pagar, o que importa não é o papel e sim o significado das minhas palavras. Uma vez acreditei que tudo era possível, hoje falta um pouco de fé, acho que a minha tristeza e meu cansaço não são em vão, coisas boas surgem das cinzas...pretendo tatuar uma fênix em minhas costas, nela darei o máximo de significado como se vivesse em mim. Uma fênix dentro da minha alma que fica cinza e aos poucos renasce colorida, cheia de alegria. Acredito que sou feliz com nuances de melancolia, nasci pra sentir e vivo sentindo qualquer detalhe que passe desapercebido pelas pessoas. De um jeito não exclusivo, me sinto especial
domingo, 22 de julho de 2012
Por medo de me machucar acabo perdendo grandes momentos, quando é que deixamos de lado todas as experiências ruins vividas? quando é que finalmente damos aquele start para as coisas acontecerem? Se isso é escolha minha então em 5 segundos serei a garota que sempre fui, mas que se esconde por agora: sem recalques, sem mágoa, com o sentimento de alegria transbordando, brilho nos olhos, sorriso sincero, e principalmente sem medo da vida, afinal como posso ter medo se tenho paixão por tantas coisas a minha volta conquistadas por mim?
Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor, compram passagens só de ida.
Martha Medeiros
sábado, 14 de julho de 2012
O Ser Humano é parte de um todo chamado por nós de 'universo', uma parte limitada no tempo e no espaço.
Ele experimenta a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto - uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência.
Essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos a nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas.
Nossa tarefa deve ser a de nos libertar dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza.
Albert Einstein
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