Analisando esses dias que estou em casa, após matar a saudade constatei exatamente o que eu preciso para superar aquele "inferno astral".
Da minha mãe, preciso das conversas intermináveis, mesmo quando ela fala muito, eu reclamo algumas vezes afinal preciso manter minha fama de "reclamona e chatinha!". O que eu mais gosto é das inúmeras vezes que ela solta as gargalhadas por pouca coisa.
Do meu pai, o senso de humor misturado com seriedade e principalmente quando ele fala com um sorriso que eu só dou prejuízo pra ele ao pagar minhas contas(sim, eu confesso que exagerei nos últimos meses, meu nome quase foi para o serasa). E quando eu choro ou estou nervosa, sempre pergunta: - O que está acontecendo moça?
Do meu irmão, adoro falar besteiras, é como se eu retornasse a minha infância. Hoje assistimos o profissão repórter, e criticamos a juventude, a sociedade e todos os erros vistos na reportagem, como se fossemos imunes a tudo aquilo que estava acontecendo. E claro dar risadas até minha barriga doer.
É deu pra notar que vou sentir falta disso todos os dias até voltar.
Tenho doses deles uma vez por mês. É tão pouco.
É um amor que não cabe no peito, transborda.
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