sábado, 16 de julho de 2011

Galera!
Minha mente quase fundiu de ontem pra hoje. Primeiramente eu não curto mais a night, essa vida foi boa por um ano e meio, até eu notar que esse estilo de vida não tem nada a ver comigo. Sempre fui muito caseira, isso vem da minha criação. Mesmo assim fui contra a minha natureza. Adoro dar risadas exageradas, dançar e cantar, sempre fui assim, mas nunca me mostrei, tinha medo, ligava muito com a opinião dos outros. Verdade seja dita, as pessoas se incomodam com a felicidade alheia, ao invés de compartilhar e se contaminar com alegria! Enfim, mas isso depende de como a pessoa encara a vida. A verdade é que sempre fui meio maluquinha, mas me escondia, por que tenho fantasias, sonhos e energia pra dar e vender, infelizmente sempre existe esse lance de vampirismo, pessoas que fingem gostar de você, só pra preencher suas vidas vazias, já que não tem capacidade de usar sua própria criatividade e ser feliz com as suas ideias. Desculpe-me, não quero entrar nesse assunto, afinal não adianta muita coisa escrever a respeito disso, foi apenas um desabafo momentâneo. Bom, detesto uma vida parada, percebi que não quero gastar minhas energias para sair com algum cara da faculdade, como fazia antes, não me arrependo, mas não quero. Eu sei viver, acredito que só balada, não é o único meio.
Alias, faz tempo que não saio em balada e nem sinto falta, as últimas vezes não sentia mais prazer apenas tédio. Engraçado sempre ficava com o mesmo cara nas festas, sabia que sair naquela noite encontraria ele, e não me achava vadia, afinal sempre ficava com o mesmo, até o momento que eu percebi que eu não sentia mais prazer e eu poderia ficar com outros caras, que isso não ia mudar, porque não havia envolvimento real. Sabe o que significa envolvimento pra mim? É ter alguém pra confiar, realizar fantasias, dar risadas, cozinhar juntos, dividir o peso dos momentos ruins e comemorar loucamente com os momentos bons.
Desde então, mudei radicalmente minha postura e acho que me encontrei de uma vez por todas.
Acho que voltei aos primórdios, voltei a ser o que eu sempre fui. Minhas amigas falam que estou me isolando que não dou oportunidade de conhecer pessoas bacanas, sinceramente em festas universitárias definitivamente não é o lugar, até porque faz tempo que saio apenas pra conversar com os meus amigos, na boa agora tenho muita preguiça de jogar charme, de me mostrar interessante, não vale a pena. Não quero desperdiçar meu dom de seduzir!haha...brincadeira a parte, quantas vezes já ouvi que sou charmosa, enche meu ego obviamente, porque é o elogio que mais gosto... vou deixar meu ego de lado. voltando... a verdade é que eu quero um relacionamento, mas me frusta o resultado. Não vejo nenhum relacionamento bacana, repito nenhum, a maioria dos homens traem, pode amar, mas depois de 15 anos, apesar de ter uma família maravilhosa que sempre sonhou, eles traem e ainda dizem para as amantes que acha a mulher linda e que ama muito mas não sente tesão. Me imagino daqui 20 anos, odeio a ideia de me imaginar com uma família maravilhosa, com o marido que me ama, no entanto trai com uma garota 20 anos mais nova. Me deixa tão sem perspectiva, realizar meu sonho pra durar apenas 20 anos e muitas vezes até menos, ao invés de uma vida. Sei lá, não sei mais o que pensar, cada vez mais desiludida, cada vez mais com medo, medo de me dedicar pra no final tomar no cu. É bem isso mesmo, não acredito mais em casamentos felizes com lealdade e principalmente com fidelidade. Sabe o que me dá mais raiva, é que eu tenho certeza que jamais trairia, não porque sou cheia de virtudes, mas porque sou assim a respeito de traição, porque acredito em todo esse papo de lealdade. Eu queria encontrar alguém pra viver uma vida leve. Muitos traem, porque o sexo ficou ruim. Como assim? onde fica a conversa? divide 20 anos de uma vida pra não ter liberdade de conversar com a mulher sobre sexo. Realize fantasias com ela, qual o problema com isso? De sorrir durante o sexo, de sussurrar indecências no ouvido, de encontrar inúmeras maneiras de se tocar, de dizer e ouvir o que exatamente te faz gozar e obviamente faze-la gozar. Goze também! A satisfação de estar juntos tem que partir de ambas as partes.

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