
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Sobre magia
Meu sangue é...
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
A beleza da simplicidade
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
mentirprasimesmoésempreapiormentira
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes(cachorros e gatos já bastam para mim!)
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Cartas Antigas II
Pela atualização do blog, postei mais um belo texto de Rita Apoena.
Estive aqui sentada, desenrolando uma pergunta entre os dedos: de onde a gente começa a escrever uma carta? Em qual fatia do tempo ou do espaço? Em qual gesto? Em qual silêncio? Em qual rua estreita ou imaginária, a gente começa a levantar uma ponte sobre os longes de alguém? E até onde podem ir as palavras?
Porque existe isso de me sentar nessa mesa e desenrolar outra pergunta entre os dedos: até onde a gente pode escrever uma carta? Até a rua mais próxima? Até um brinquedo velho, feio, esquecido na infância? Até uma folha flutuando no lago? Ou até os outros olhos no espelho?
Porque também existe isso de me sentar naquela cadeira a sua frente, e liquefazer os meus labirintos, desaguando a solidão em palavras. Palavras que vou tecendo nessas linhas até escapar do Minotauro. Mas até onde eu posso te escrever uma carta? Qual a distância segura entre as palavras e o corpo? Ou entre os textos e a pele? Ou entre os tecidos e as teias? Que entre os teus olhos e os meus existe uma carta secreta que ainda não sei escrever, e tenho medo. Pois como deixar que tu enroles de volta as minhas linhas sem junto embaralhar as minhas veias?
Rita Apoena
sábado, 13 de novembro de 2010
Insônia
Um pouco de liberdade
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Nunca desejei tanto as férias...
domingo, 7 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Nostalgia
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
E me desconcerta
Deixando o meu sangue sem sal
Você atravessa o sentido de cada sinal
Que eu mando de dentro do azul
Desse amor que é só seu afinal, só meu afinal
Tão forte querendo eu me multiplico por mil
Você não está vendo há uma coisa que é você e eu
Que brilha no espaço no tempo no céu e no chão
Que arde mesmo aquém e além
Desse jeito de eu dizer que sim e você que não
Um dia você vai voltar
Como numa canção do passado
Dizendo que fui muito burra
Em não atender ao chamado
Agora entre os dedos
Você deixa escorrer o mel
Se agarra a segredos e medos e ponto final
Mas é sempre assim
É uma regra maldita e geral
Ou feia ou bonita
Ninguém acredita na vida real
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Simples assim
sábado, 23 de outubro de 2010
Arrepio
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Um sopro de vida
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Bossa Nostra - Nação Zumbi
Ninguém quer saber
O gosto do sangue
Mas o vermelho
Ainda é a cor que incita a fome
Depende da hora e da cor
Depende da hora,
Da hora, da cor e do cheiro
Cada cor tem o seu cheiro
Cada hora lança sua dor
E dessa insustentável leveza de ser
Eu gosto mesmo é de vida real
Elevei
Minha alma pra passear...
Não me distancio muito de mim
E quando saio não vou longe
fico sempre por perto
Depende da hora e da cor
Depende da hora,
Da hora, da cor e do cheiro
Cada cor tem o seu cheiro
Cada hora lança sua dor
E dessa insustentável leveza de ser
Eu gosto mesmo é de vida real
Elevei
Minha alma pra passear...
Foda!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
we are who we are
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Não cometer o mesmo erro
terça-feira, 21 de setembro de 2010
INÉRCIA
domingo, 19 de setembro de 2010
O tigre e a neve
domingo, 12 de setembro de 2010
Não quero me adaptar!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Zica
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Mais uma vez Carpinejar
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Passatempo
Constantemente busca levantar coincidências e armar uma simbologia para encontros e esbarrões. Nada é fortuito, tudo tem uma mensagem escondida. Qualquer abordagem é uma revelação de infância.
O homem deve ficar atento quando se apaixona. Para desvendar qual é o exame decisivo da convivência. Cada mulher elabora o seu enigma, particular e intransferível. Pode ser um convite para visitar a família no interior ou quando apresenta seu bichinho de estimação.
É um questionário à paisana. Muitos marmanjos são descartados e não compreendem o motivo. O pé-na-bunda foi uma avaliação secreta em que ele deu a solução errada. É praticamente impossível detectar o momento. Ela se finge de distraída:
- O que acha de The Cure?
Você deduz que é uma pergunta à toa entre milhões que serão feitas ao longo do relacionamento. Confessa a verdade, decidido a impor sua personalidade:
- Foi uma tolice adolescente.
Mas não é uma pergunta, é a pergunta. A única que importa. A decisiva. Ela parte do princípio que nunca vai se envolver - sob hipótese alguma - com um cara que não curte The Cure. Robert Smith continua sendo seu ídolo. Não adianta demovê-la da ideia. Na mulher, qualquer ideia se transforma rapidamente em crença.
O batismo de fogo muda conforme as obsessões da moça. Cuidado com o que diz ao tomar sopa de beterraba num restaurante polonês, cuidado com o que diz na saída de um filme sueco. Esteja preparado, um vacilo e ouvirá o som gelado da guilhotina: zaz! (o número do seu telefone desaparecerá do celular dela)
Antes de ser minha namorada, Cínthya me convidou a correr e participar de seu habitual trajeto na Usina do Gasômetro. Fez sombra na cabeça o zepelim da gozação, aquilo soava como brincadeira. Não combinava com minhas características no Orkut: sedentário, fumante, escritor e adepto incondicional do LER. Fiquei tentado a rosnar um "boa sorte"; me reprimi e aceitei, com um sim engasgado, um sim arrependido. Não tinha noção de como completaria o percurso. Afinal, eram oito quilômetros e não desfrutava de um mísero calção, muito menos de fôlego.
Enfrentei o desafio disposto a enfartar. Se é para morrer que seja por ela.
Não senti as pernas por dois dias. Ainda menti que queria mais: que tal ir até Restinga e voltar? Cínthya terminou o passeio impressionada com a performance. E com meu contentamento silencioso - não falava, bufava, concordando com a cabeça, preocupado em como respirar no próprio corpo.
Conversando com seu irmão Gustavo, descobri seu costume em submeter os pretendentes a uma corrida: "É seu teste para o namoro!".
A enxaqueca apareceu quando esclareceu que ela somente iria casar com quem completasse uma maratona ao seu lado. A pergunta dela vai durar 42 quilômetros.
sábado, 4 de setembro de 2010
Sim, já aprendi a lição
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Sem nexo
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Tentando passar o tempo...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Metas para o semestre
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Empolgada!
Atrasada...

terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ela só samba escondida que é pra ninguém reparar...
É a companheira perfeita
Quando levanta ou quando deita.
Mas é mulher exclusivista
Se não tem tudo faz a pista.
Depois que dona de casa...
E a noite ainda manda brasa.
Sua virtude: a paciência
Seu dia bom: a sexta-feira
Sua cor propícia: o verde
As flores dos seus pendores:
Rosa, flor de macieira.

